CURRÍCULO Meu nome é Michel Robim. Meu foco de interesse sempre foram os mistérios da alma humana que se manifestam, entre outras formas, nos movimentos expressivos do corpo. Mas até chegar a formular isso passei por uma formação em ciências exatas. Meu primeiro diploma foi em engenharia química com incursões em cursos e trabalhos em engenharia nuclear (operador de reator nuclear). Minha fascinação pelo corpo e suas expressões me fizeram incursionar no campo das artes cênicas (teatro, televisão, opera e dança). Pouco a pouco fui me aproximando de estudos nas chamadas áreas humanas. Fiz formação em terapias psico-corporais, transpessoais e de desenvolvimento humano em uma instituição com sede na Argentina: Rio Abierto, Além disso fiz cursos em terapia de família ( abordagem sistêmica) e terapia comunitária. Isso me abriu espaço para trabalho com grupos e atendimentos terapêuticos individuais além disso me permitiu viajar dando aulas em cidades do Brasil e no exterior – Argentina, Uruguai, México. Espanha, Itália e Rússia. Além disso pude me aproximar de comunidades de baixa renda o que me permitiu enxergar com maior clareza o sofrimento e a resiliência humana. Tive a oportunidade de trabalhar com empresas, com forças policiais e também com forças armadas, sempre dentro do enfoque de autoconhecimento e relacionamento inter-pessoal. Tenho um casal de filhos, um rapaz e uma moça, e um neto. Tenho a sorte de ter vivido com uma companheira maravilhosa Plantei uma árvore e escrevi um livro – “Tornando-se dançarino – como lidar com mudanças e transformações” ed Mauad. Recentemente estive internado em um hospital vivendo por vários meses proximidade da morte. Isso acentuou meu encantamento na relação com a natureza e um aprofundamento nos mistérios e os aspectos transcendentes que nos envolvem.
Arte da Presença
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
quarta-feira, 25 de setembro de 2024
QUEM SOMOS
Os eventos que denominamos “nascimentos” são formas de
entrarmos no "jogo" e contribuirmos com singularidades para o desenvolvimento da Vida!!!
As particularidades de cada um são atalhos específicos que
convergem para o desenvolvimento do planeta. Cada um de nós é único, singular e
tem como objetivo servir ao planeta da maneira que lhe é própria. Muitas vezes
através do que são chamadas de dificuldades. Podem ser algo no plano físico,
emocional e/ou mental. Psíquico e/ou físico. Tangível ou intangível. Podem ser
dificuldades que promovam em si movimentos e/ou também nos outros.
Os outros “não existem”. Não são entidades separadas. Existe
apenas o UM. A diversidade é um artifício que cria as dinâmicas necessárias
para a evolução do UM.
Muitas vezes, só temos linguagem para o tangível pelos
sentidos.
Temos muitas percepções que não são possíveis de serem expressas
através de palavras. Temos a arte, a música especialmente, como uma linguagem
que permite expressar o intangível.
Lembramos poucas vezes que o que denominamos “erros” fazem
parte das dinâmicas do UM.
Importante saber como e quando perceber-se separado dos “outros”.
O erro é acreditar-se, de forma definitiva e cristalizada, independente dos “outros”
e de tudo que nos cerca. Ou nos identificar também de forma cristalizada que
somos o Todo.
A possibilidade de
pulsar dinamicamente entre o “eu” (um aspecto específico do Todo) e o Todo que
nos cerca é a arte de estar no mundo. Cristalizar-se numa única faceta -
somente eu, ou somente o Todo, nos torna doentes.
A doença do “somente eu” como está disseminada- torna-se a
doença do planeta. Os doentes do “somente o Todo” em sua maioria habitam os
manicômios
A educação formal de modo geral exalta o “eu”, assim nos
separando da Totalidade. Ficamos na competição: Quem é mais? Quem é melhor,
quem merece mais? Esta postura promove um desgaste de energias, essa ansiedade gera
as ideias de vencedores e derrotados.
A lembrança é exatamente poder cultivar o eu - como
singularidade – como substância com a qual podemos contribuir para
o Todo
Importante lembrar que cada ser – cada animal, vegetal ou
mineral e mesmo objetos assim denominados inanimados trazem uma mensagem, uma
lembrança, uma contribuição, uma poesia fundamental. Desprezamos um tanto tudo
isso porque estamos, de modo geral, com visões reduzidas, com memórias curtas.
Não é à toa que crianças pequenas nos lembram e constantemente nos impactam pois
acenam com as possibilidades de recuperação de nosso vínculo com a Vida, a
Totalidade.
Temos que ter cuidado com explicações, definições e teorias.
Elas frequentemente podem nos afastar/distanciar da luminosidade da Vida. Infelizmente
nossa educação constantemente nos afasta desse predicado.
Crianças “dialogam” com arvores, bichos, objetos. Vejam os
contos infantis, onde bichos, plantas e objetos, tudo pode ser animado, falar,
sentir, responder e interagir!
“Deixem vir a mim as crianças e
não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a
elas". Mateus 19
domingo, 22 de setembro de 2024
Tudo a nossa volta, doenças enchentes, incêndios vem dizendo/gritando que é necessário estarmos JUNTOS. Nossa surdez é fundada sobretudo em nossa cultura da competição, o que nos isola e nos afasta uns dos outros
A filosofia do "eu cuido de mim e vc cuida de você" precisa de RADICAL revisão!
É possível, inclusive, fazermos trabalhos e exercícios corporais e emocionais em nós que podem repercutir e melhorar os outros.
O convite é: Vamos exercitar a reconexão, um dos aspectos a serem recuperados e assim melhorarmos a
VIDA
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
EVITANDO OS MONSTROS
Tenho pensado: Como os monstros que nos envolvem são criados e como se desenrolam os dramas que eles produzem?
Meu maior interesse é como eles são criados. Se diminuirmos o seu surgimento e sua existência creio que produziremos esperança.
Se enredarmos nos dramas por eles criados tentando revidar ou apagar seus feitos estaremos propensos a nos perder nos enredos por eles produzidos. Pior, faremos parte dessas tortas histórias.
terça-feira, 29 de setembro de 2020
NOSSAS HISTÓRIAS
segunda-feira, 21 de setembro de 2020
Perdoar é voltar a respirar
Mais sobre a síndrome respiratória:
Respirar
Reparem, cada vez que nós adultos mantemos, fixamos um pensamento, ou remoemos uma ideia reduzimos a amplitude da respiração, respiramos curto. Chegamos por vezes a quase suspender a respiração. Quando estamos em expectativa retesamos os músculos (sobretudo da garganta, dos ombros) e prendemos a respiração